O Parque Zoobotânico de Macapá fechado há 11 anos, está recebendo as reformas e modificações acertadas entre os órgãos federal e municipal de meio ambiente, que travavam um guerra burocrática, quanto a sua reabertura,
Mantendo fechado o único local de preservação representativa da floresta amazônica na capital,questões técnicas são apontadas como a razão para o impedimento do acesso da população ao parque.
A esperança da reabertura passava pelo aval do órgão fiscalizador,o Ibama,que atestou a necessidade de adequar e realizar algumas modificações estruturais,que estão sendo cumpridas pela secretaria de meio ambiente,através da direção do parque;Outro ponto importante é o convênio na ordem de R$10 milhões ,conseguida através da emenda parlamentar da deputada Lucenira Pimentel(PR/AP) ,que precisa de arti-culações políticas,para a sua libe-ração,o que garantiria a finalização das obras que ainda necessitam de recursos para sua continuidade.
Atualmente os 107 hectares que compreendem a estrutura do parque são utilizados para abrigar as 230 espécies de animais e a flora típica da região,que estão cuidadosamente sendo tratados e conservadas por uma equipe de 33 profissionais que se revezam entre o tratamento aos animais e o serviço de zeladoria das instalações que,hoje recebem reformas,ampliações de logradouros para os animais e limpeza constante das trilhas e vias de acesso dentro do parque.
A realidade constatada pela reportagem do Diário do Amapá,contraria todas as expectativa negativas ,quanto ao suposto abandono do parque,bem como,o estado de saúde dos animais,que visivelmente apresentam estarem sadios,constatação confirmada pela Diretora do Departamento do Parque,Débora Thomaz.
A bióloga Débora Thomaz,ressaltou também a presença da equipe de profissionais que são responsáveis pelo acompanhamento médico dos animais ,que consta de dois veterinários e dois biólogos,que periodicamente realizam exames e monitoram qualquer tipo de alteração que ocorra.Segundo a diretora, os últimos exames realizados foram submetidos a analise no Instituto Evandro Chagas em Belém,não sendo diagnosticado qualquer problema com os animais,que além da assistência médica,recebem alimentação balanceada,que envolve carne,frutas,verduras e complementos alimentares de acordo com necessidade e condição de cada espécie;são cerca de 150kg de carne,150kg de bananas,100kg de melancia,150kg de mamão e 80kg de frango utilizados por semana para alimentar os animais.